21 de fevereiro de 2016

Profetas ou Mentirosos? Parte 1

Mas o profeta que ousar falar em meu nome alguma coisa que não lhe ordenei, ou que falar em nome de outros deuses, terá que ser morto'. "Mas talvez vocês se perguntem: 'Como saberemos se uma mensagem não vem do Senhor?' Se o que o profeta proclamar em nome do Senhor não acontecer nem se cumprir, essa mensagem não vem do Senhor. Aquele profeta falou com presunção. Não tenham medo dele. (Deuteronômio 18:20-22)Vamos as ''profecias'' que não se cumpriram como haveria de se cumprir segundo estes ''servos de DEUS''.
Falsas Profecias de Lideres Religiosos sobre 
a Vinda de Jesus que não se cumpriram

Valnice Milhomens

os anos 90 Valnice Milhomens ficou muito conhecida no meio evangélico por ministrar mensagens enfáticas e pormenorizadas, em congressos e seminários escatólogicos. Suas mensagens levaram muita gente a crer que realmente o fim do mundo estava próximo
Valnice Milhomens então Profetizou a volta de Jesus em 1991, num programa de televisão, ela declarou que a volta de Cristo se daria em um sábado de 2007
Valnice primeiro diz que o sábado (shabbath) é o verdadeiro Dia do Senhor e que portanto Jesus voltaria em uma noite de sábado. A seguir, ela diz que Satanás teve dois mil anos, Israel também teve dois mil, e portanto a Igreja Cristã não teria mais que dois mil, assim a volta de Cristo seria após o ano 2000 exatamente em 2007. Clique aqui e veja o video da profecia           
                                        Alécio Miranda Leal
   Profetizou então na Igreja Só o Senhor é Deus de Maringá Parana, a profecia de que o mundo iria acabar nos últimos sete dias de 1999 este Líder foi condenado no ano 2000 a cadeia por causar prejuízo aos cofres públicos no valor de mais de 6 milhões de Reais
O missionário Miranda Leal fundou a Igreja Só o Senhor é Deus em 1970 ,na cidade de Maringá, e quando se afastou da presidência em 1999 na época da profecia essa Igreja tinha 1.300 templos espalhados por todo o Brasil e alguns países da América do Sul. Hoje, ele preside a Igreja Jerusalém de Deus.  Clique aqui e veja o video da profecia   
                                            William Branham
Depois de dizer que recebeu a visita de sete anjos, em Fevereiro de 1963, indicou que o fim do mundo seria em 1977. Mas não viveu para assistir a esse dia. Morreu em 1965, depois de um acidente de carro.
Hoje a Igreja Tabernáculo da Fé possui milhares de templos por todo o mundo onde William Branham é venerado como o profeta que foi enviado por Deus cumprindo segundo eles as profecias do livro de Malaquias.   Clique aqui e veja o video 

Veja algumas das heresias pregadas por esta igreja e pelos seus Pastores


Guilherme Miller

 Guilherme Miller foi um fazendeiro americano que nasceu no ano de 1787 em Pittsfield, Massachusetts, e morreu, em Low-Hampton, em 1849. Era um pregador itinerante da Igreja Batista que, usando uma chave bíblica, começou a estudar porções proféticas e apocalípticas da Bíblia. Apaixonou-se por esse estudo de tal maneira, que passou a tirar suas próprias conclusões dos estudos.Uma de suas características era colocar datas nas profecias bíblicas. Dessa maneira, chegou à conclusão de que os 2.300 dias de Daniel 8.13,14, começando com a data do mandamento para a restauração de Jerusalém (dado de 457 Antes de Cristo) e os 1.355 dias do mesmo profeta em Daniel 12.12, que constituíram a última parte dos 2.300 de 8.14, se completariam por volta de 1843 da nossa era. Afirmou também, de forma interpretativa, que a purificação do templo significava a purificação da terra na época da volta de Cristo. De acordo com os dias-anos de Daniel, começou a pregar que a volta de Cristo ocorreria entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844. Como Cristo não voltou dentro do tempo previsto, Miller alegou erro de cálculo por ter usado o calendário hebraico em vez do romano e marcou outra data para 22 de outubro de 1844. Tendo se decepcionado novamente, teve que fugir de uma multidão enfurecida e frustrada pela inútil espera.  a palavra de Deus diz: Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;1 Timóteo 4:1



10 de fevereiro de 2016

Finais Dos Tempos







O século 20, talvez mais do que todos os outros, experimentou profundas mudanças em todas as áreas. Muitos desses acontecimentos são de enorme significado para a Igreja. Olhar a história recente é ver o desenrolar do plano divino através dos séculos, é atentar para os TEMPOS FINAIS e a eminente VOLTA DE CRISTO, é colocar-se em guarda para aquilo que virá.
Precisamos lembrar três coisas ditas no Novo Testamento quando o assunto é a volta de Jesus.
Primeiramente, a Bíblia diz: “daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24.36). Ninguém. Qualquer tentativa de prever não passará de soberba e heresia, loucura e engano. Todos os que tentaram predizer a data da vinda do Senhor ou do fim do mundo caíram em vergonha e descrédito porque a afirmação de Jesus é inconfundível.
Em segundo lugar, a Bíblia diz: “Não estais em trevas para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda”(1Ts 5.4). Apesar de não saber dia e hora, isso não significa que estamos distraídos e que a volta de Jesus, bem como seus resultados seja uma surpresa para nós. Se somos cristãos atentos, então estamos preparados para esse momento.
E, por fim, ainda um terceiro versículo: “Compreendeis a face dos céus e não sabeis discernir os sinais dos tempos? (Mt 16.3). Há sinais indicando que a volta de Jesus e a consumação de todas as coisas está próxima. Estão acontecendo coisas importantes que não podem ser ignoradas. Considerá-las fatos corriqueiros da vida pode ser considerado uma enorme falta de discernimento.
A seguir, estão enumerados alguns sinais da volta de Jesus. Você provavelmente já ouviu falar de todos eles. Todavia, unidos da forma que estão permitem um panorama abrangente dos sinais dos tempos, uma nuvem ampla no horizonte alertando para aquilo que virá.

Os sinais da Volta de Jesus

1. Guerras e Revoluções

“Então lhes disse: Então levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino” (Lc 21.10)
O século 20, apesar da euforia de que tudo progredia a passos largos em direção a uma utopia mundial, foi marcado por duas sangrentas Apenas 21 anos após ter terminado a 1ª Guerra, quando o mundo achava que estava em paz, estourou a Segunda, que deixou um saldo de 77 milhões de mortos (destes, pelo menos 7 milhões de judeus). A bomba atômica, atirada sobre Hiroshima e Nagazaki em 6 de agosto de 1945, trouxe ao mundo o conhecimento de um poder de destruição nunca antes sonhado – a energia atômica.
guerras mundiais, seguida por inúmeros conflitos da guerra fria.
“Assim, por exemplo, já em 1993, estimava-se que havia cerca de 48 guerras étnicas em andamento pelo mundo afora e que havia 164 reivindicações e conflitos étnico-territoriais a respeito de fronteiras na ex-União Soviética, dos quais 30 envolviam alguma forma de conflito armado.”1

2. Catástrofes naturais

“E haverá grandes terremotos, fomes e pestilências em vários lugares, e coisas espantosas” (Lc 21.11)

O Tsunami no sudoeste asiático, os tufões e terremotos dos últimos vinte anos têm de fato produzido preocupações para as autoridades mundiais. Pesquisas científicas fazem predições mais apocalípticas do que o próprio Apocalipse. Não há perspectivas positivas nesse sentido..
A OMS considera a malária uma das piores doença tropicais e parasitária da atualidade, perdendo em gravidade apenas para a AIDS, e ceifando três milhões de pessoas por ano, desde 1980. A AIDS, por sua vez, foi identificada em 1981, nos Estados Unidos, e desde então foi considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde, com 22 milhões de mortos até o momento.

 vírus da zica(em inglês, Zika virus) é um vírus da família Flaviviridae, do gênero Flavivirus. Em humanos, transmitido através da picada do mosquito Aedes aegypti, causa a doença conhecida como febre Zika,que embora raramente acarrete complicações para seu portador, apresenta indícios de poder causar microcefalia congênita (quando adquirido por gestante, afetando o feto em alguns casos).O nome Zika tem sua origem na floresta Zika, perto de Entebbe, República de Uganda, onde o vírus foi isolado pela primeira vez em 1947. É relacionado aos vírus da dengue, da febre amarela e encefalite do Nilo, os quais igualmente fazem parte da família Flaviviridae.

Atualmente, a América Latina vem enfrentando um surto de vírus da zika. Suspeita-se que a entrada do vírus no Brasil tenha se dado durante a Copa do Mundo de 2014, quando o país recebeu turistas de várias partes do mundo, inclusive de áreas tropicais, atingidas de forma mais intensa pelo vírus, como a África — onde surgiu — e a Polinésia Francesa na Oceania e Sudeste Asiático. No primeiro semestre de 2015, já havia casos confirmados em estados de todas as regiões do país. Com sintomas mais brandos que os da dengue e os da febre chikungunya (doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti), a zika chegou a ser inicialmente ignorada pelas autoridades de saúde; porém há evidências de que a infecção pelo vírus da zika está associada a casos mais graves, como microcefalia congênita e síndrome de Guillain-Barré, que, embora continuem sendo condições raras, aumentaram de maneira incomum no país no ano de 2015.No ano de 2016 virou um pandemia atingindo varios paises na asia,europa america do sul, eua etc... 

3. Aumento do pecado

“E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24.12)
Para muitos talvez pareça redundante falar do aumento do pecado em nossos dias, como um dos sinais apontados por Jesus em seu sermão profético. Que há excesso de pornografia, fornicação, adultério, desonestidade, violência, isto é evidente para qualquer pessoa. A revolução sexual e as drogas ganharam tal espaço na sociedade que parece querer submergir a tudo.
Entretanto, a pecaminosidade já passou da dimensão quantitativa. A questão do pecado humano é de outra natureza. Primeiramente, porque o conceito de pecado tem sido banido da mente do homem moderno. Ele não reconhece mais a palavra. O mero pronunciamento dela tornou-se algo retrógrado.
Se pensávamos que a hipocrisia era a maior manifestação da pecaminosidade, nos enganamos completamente. Se achávamos que alguém praticar escondido aquilo que condenava publicamente era o que de mais terrível poderia haver, também nos enganamos. Vivemos hoje algo muito pior. Mais grave que a hipocrisia é a apologia do mal.
Mulheres de renome agora se gabam de suas fotos pornográficas e homossexuais se sentem ofendidos com qualquer um que lhes chame de pecador. Pouco a pouco o homossexual transforma-se em cidadão de primeira classe e quem dele discorda é rotulado como doente homofóbico. Em alguns países a lei protege quem mata a criança no ventre e usuários de drogas, antes escondidos em seus becos,hoje marcham pelas ruas reivindicando seus direitos. A sensualidade, outrora descrita como obra da carne, agora se tornou a maior virtude de uma mulher. O pudor virou motivo de escárnio. A luz virou trevas e as trevas, luz; o amargo, doce; e o doce, amargo. O bem é mal e o mal é bem. O pecador não mais se envergonha de seu pecado, gaba-se dele.
O problema do pecado não é que ele se multiplicou tanto. É que ele se tornou virtude e quem dele não abusa é contado como louco ou insano. Como aconteceu com os amorreus um dia, a medida do pecado humano já está quase cheia (Gn 15.16).

4. A multiplicação do conhecimento

“Muitos correrão de uma parte para outra e a ciência se multiplicará” (Dn 12.4)
Nosso século conheceu a técnica como jamais na História. Os meios de comunicação transformaram o mundo naquilo que Macluhan, teórica da comunicação, chamou de “Aldeia Global”. O mundo tornou-se menor. O homem foi capaz até mesmo de, em 20 de julho de 1969, pôr os seus pés na Lua. Foguete,aviao,carro,trem, telefone, o rádio, o telex, o fax, a televisão , o computador, a internet e varios comunicador instantâneo ,watssap,facebook,twitter,skype etc...,tudo isto tem sido criado em um único século e feito uma enorme revolução no mundo. Na verdade, a cada minuto uma nova tecnologia é desenvolvida no mundo, cujo impacto sentiremos em breve.

5. A propagação da Nova Era

“…porque estão cheios de adivinhadores do Oriente…” (Is 2.6)
O Movimento Nova Era, que exportou inúmeros conceitos das religiões e filosofias orientais, tem sido um fenômeno religioso em contínuo crescimento. Sua influência tem sido sentida em diversos setores da vida moderna, na educação, na medicina, na vida empresarial e em outras áreas. Muitos que não foram alcançados pela mensagem do evangelho têm se apegado a este tipo de espiritualidade satânica, que nada mais é do que a preparação para o futuro governo anticristão.

6. O avivamento pentecostal

“Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre toda carne…” (Jl 2.28).
No início do século teve origem um movimento que trouxe nova vida à Igreja e que estava destinado a influenciar todo o mundo – o Movimento Pentecostal. Começou nos EUA e espalhou-se no mundo inteiro. A Igreja de Cristo passou a viver em uma nova dimensão de poder, vivenciando experiências sobrenaturais, como o falar em línguas, as curas e a expulsão de demônios. Não se pode negar que em sentido de autoridade espiritual e milagres a Igreja de Cristo tem vivido um tempo como nunca antes.sendo que no meio dos fies existem os joios ,esses Crescem em número,  sao “anjos de luz”, falsos profetas, muitos com título de pastor, “ministrando” em nossas igrejas em nome do Senhor e enganando a muitos com suas “profecias” opulentas e promessas de prosperidade e vida sossegada.

7. O renascimento de Israel

“Nasceria um povo num só dia, uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu luz aos seus filhos” (Is 66.8).
O século 20 também presenciou um dos mais reais cumprimentos das profecias milenares – o renascimento da nação de Israel. No dia 27 de novembro de 1947, a ONU votava a favor da criação do Estado judeu. E em 14 de maio de 1948, contra todas as probabilidades, os judeus voltaram a ser uma nação efetiva outra vez. Este povo, que estivera por quase 2000 anos espalhado no mundo inteiro, ganhou existência como nação independente. Este foi um sinal inequívoco da mão de Deus sobre a História.

8. A pregação do Evangelho pelo mundo inteiro

“E quando este evangelho tiver sido pregado no mundo inteiro, então virá o fim” (Mt 24.14)
Esqueçam as estatísticas que afirmam que a religião muçulmana foi a que mais cresceu. Na verdade, a taxa do crescimento populacional entre os povos muçulmanos é que é alta. Nenhum povo da terra cresceu em número como os evangélicos. No mundo inteiro há testemunhos dos crescimentos vertiginosos das igrejas evangélicas. Na Coréia do Sul, por exemplo, a população evangélica já é quase metade da população nacional. A maior igreja do mundo se encontra lá, com mais de 700 mil membros. Sem falar na África, na América Central, e no Brasil, em que chegam muitas vezes a 1∕4 da população.

9. A iminência do Governo Mundial

“…o quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços” (Dn 7.23).
Não é de hoje que se fala em um governo mundial. Desde que as primeiras utopias surgiram com elas também vieram a ideia de um mundo unificado sob um governo único. A diferença é que ele já existe, pelo menos em potencial. A influência da ONU,ainda que limitada, tem se mostrado eficaz, ao menos na divulgação do conceito. Trabalhando a questão ambiental, criando um imposto mundial e com prano de colocar chips em todos humanos e por meio de sanções e vetos, a ONU tem conseguido impor sua vontade para uma boa parcela de países. Além disso, ela é fortemente influencia pelo Movimento Nova Era, que tem organizações instaladas próximo ou dentro da própria ONU.
Uma declaração de Alice Bailey, uma das principais profetizas da Nova Era, cuja organização Boa Vontade Mundial faz parte do Conselho Consultivo da ONU, chama-nos atenção: “Dentro da ONU está o germe e a semente de um grande grupo internacional de meditação e reflexão – um grupo de pensadores bem informados, em cujas mãos está o destino da Humanidade. Eles estão sob o controle de muitos discípulos do ‘quarto raio’ (…) e seu foco é o plano de intuição búdica – o plano que comanda toda atividade hierárquica”.
Não é difícil perceber a preparação do reino do anticristo dentro dessa caminhada.
Em face dessas perspectivas é fácil perceber o quão perto estamos da volta do Senhor. Sendo assim, nosso Maranata! precisa ficar cada vez mais alto e intenso. Nosso anseio e nossa preocupação pela volta de Jesus deve se manifestar cada vez mais em nosso viver diário. Fonte saberefe.

5 de fevereiro de 2016

Bispo Edir Macedo é a Favor do Aborto?

Bispo Macedo e a Rede Record foram longe demais. Em uma contextualização bíblica, podemos concluir que o ato de defender o aborto coloca a IURD como uma denominação religiosa apóstata, com requinte herético que supera até mesmo a Igreja Católica Romana!!! Pra se ter uma idéia do tamanho desse absurdo, não há registro de nenhuma facção religiosa no mundo que defenda o aborto como a IURD. Devido a isso, entendemos que qualquer pessoa que realmente entenda o que é ser cristão não deve pertencer a essa denominação anticristã e pró-aborto.


Gianna Jessen sobreviveu a um aborto por envenenamento salino. Deveria estar morta, mas milagrosamente sobreviveu. Nesse discurso na Austrália, Gianna nos comove com o exemplo de sua vida. Diga NÃO ao aborto!

A Bíblia e o Aborto

No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das 

mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, também, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta.
A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19, por exemplo, brephos refere-se às crianças mortas por ordem de Faraó. Mas em Lucas 1.41,44 a mesma palavra é empregada referindo-se a João Batista, enquanto ainda não havia nascido, estando no ventre de sua mãe.

Aos olhos de Deus ele era indistinguível com relação a outras crianças. O escritor bíblico também nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno, indicando, com isso, o inconfundível ser (Lucas 1.15). Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).

Com base nisso, encontramos a palavra grega huios significando "filho", utilizada em Lucas 1.36, descrevendo a existência de João Batista no ventre materno, antes de seu nascimento (seis meses antes, para ser preciso).


A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho" ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.   






Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou em delinear estágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.
 No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16). Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).

Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa. Jó 31.15 diz: "Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?"

Em Jó 10.8,11 lemos: "As tuas mãos me plasmaram e me aperfeiçoaram... De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste".

O Salmo 78.5-6 revela o cuidado de Deus com os "filhos que ainda hão de nascer".
O Salmo 139.13-16 afirma: "Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe".

Esses textos bíblicos revelam os pronomes pessoais que são utilizados para descrever o relacionamento entre Deus e os que estão no ventre materno.

Esses versículos e outros (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra conclusão possível. Precisamos concordar com o teólogo John Frame: "Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção".[1]

À luz do acima exposto, precisamos concluir que esses textos das Escrituras demonstram que a vida humana pertence a Deus, e não a nós, e que, por isso, proíbem o aborto. A Bíblia ensina que, em última análise, as pessoas pertencem a Deus porque todos os homens foram criados por Ele.

Eclesiastes 6.3 e o Aborto


O Bispo Macedo costuma usar essa passagem de Eclesiastes 6.3 para dizer que a tese da liberalização do aborto tem algum respaldo bíblico, vejamos esse texto em algumas versões:

“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”. (Almeida)

Mesmo que um home tem cem filhos e filhas, mesmo que viva muitos anos, se não aproveitou do que ganhou, nem deixou dinheiro suficiente para que seus filhos lhe dêem um enterro decente – acho que teria sido melhor para esse homem ter nascido morto. (Bíblia Viva – Ed. Mudo Cristão)

Veja o texto na Bíblia Linguagem de Hoje: "que adianta um homem viver muitos anos e ter cem filhos se não aproveitar as coisas boas da vida e não tiver um enterro decente? Eu digo que uma criança que nasce morta tem mais sorte que ele".

O livro de Eclesiastes é repleto de pensamentos alegóricos em que o homem é levado a pensar em seu fim, que é estar junto a seu criador. Neste caminho, o homem é confrontado com pensamentos melancólicos sobre o suor gasto no seu dia-a-dia, em seu trabalho, na vaidade de tantas ações humanas e que muitas vezes mais nos afastam que nos aproximam do Altíssimo. O dia-a-dia pode ser sufocante e é necessário que o homem, esta criatura amada infinitamente por Deus, tenha sempre à sua frente seu destino, seu rumo, seu Deus. O belíssimo texto em questão mostra o quanto à vida pode ser improdutiva mesmo que tantas vezes pareça a muitos que ela é bem-sucedida. Uma vida vazia é uma vida sem Deus, e o Eclesiastes mostra que quem não encontra a verdadeira felicidade - Deus – por mais que tenha trabalhado e lutado, sua existencialidade foi nula, como alguém que não viveu, como uma pessoa que nasceu morta.

Corrobora com minha exegese o Dr. Mattew Henry: Uma família numerosa era questão de entranhável desejo, e muita honra para os hebreus; uma vida longa é o desejo da humanidade em geral. Mesmo possuidor destas bênçãos, o homem pode não ser capaz de desfrutar suas riquezas, família e vida. Nesse contexto, tal homem, em sua passagem pela vida, parece haver nascido para nenhuma finalidade ou utilidade. O que nasceu e viveu alguns momentos tem uma sorte preferível ao que viveu muito, mas sem objetividade producente. (Livro “Comentário Bíblico”, Ed. CPAD).

Em síntese, a exegese do texto não fala nada da possibilidade de uma mulher optar pelo aborto. Somente na mente fértil do Bispo Macedo é que existe essa interpretação! Cabe a ele explicar, do alto da sua sapiência teológica, como um trecho como este pode ser utilizado para justificar o aborto.

A prática do aborto sempre foi e continuará a ser condenada pela Igreja Cristã na figura de suas denominações sérias e verdadeiras, comprometidas com a Bíblia Sagrada e suas doutrinas, doutrinas que são imutáveis, não vulneráveis ao tempo e aos costumes de regiões! Tudo nos leva para o tempos finais Fonte:cacp

4 de fevereiro de 2016

Onu Planeja Implementar Identificação Biométrica a Toda Humanidade

A crise imigratória de refugiados que desembarcam todos os dias na Europa abriu uma janela de oportunidade para a Organização das Nações Unidas (ONU) pôr em teste uma ideia há muito tempo estudada: a criação de uma identificação biométrica dos cidadãos.
A Plataforma Única de Serviços de Identidade (UISP, na sigla em inglês) integra um conjunto de metas da ONU chamado“Objetivos Globais”, assinado por todos os países membros da entidade, e prevê que cada nação implante cartões de identificação biométricos de todas as pessoas do planeta, incluindo crianças, até 2030. A base de dados que concentraria essas informações já foi construída em Genebra, na Suíça.
“O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) está avançando com os seus planos para usar a tecnologia biométrica para identificar e rastrear os refugiados, e selecionou um fornecedor para o projeto. Accenture, um fornecedor internacional de serviços de tecnologia, ganhou no concurso e irá supervisionar a implementação da tecnologia em um contrato de três anos”, diz texto no site da ONU.
No período do contrato, a empresa testará as soluções para a identificação biométrica dos refugiados, e posteriormente recomendará parâmetros para serem adotados em todo o planeta. 

Segundo informações do site Prophecy News, o Sistema de Gestão de Identidades da Accenture (BIMS), armazenará dados como impressão facial, digital e da íris, que são características únicas de cada um dos 7 bilhões de habitantes do planeta. Com esses dados cadastrados, será possível até rastrear pessoas, caso preciso. 

Discórdia
As ideias, apresentadas sempre do prisma da evolução da segurança, sugerem que com uma identificação única será possível evitar fraudes e facilitar a busca por pessoas desaparecidas e foragidas.
No entanto, no meio cristão, há a preocupação de que essa implantação de um cadastro único e centralizado seja um primeiro passo para o surgimento da chamada “marca da besta”, afinal, com todas as informações sobre todas as pessoas reunidas em um único local, será mais fácil implementar o controle que o anticristo terá sobre o mundo, como profetiza a Bíblia.

No Brasil, um projeto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende reunir todos os dados do cidadão em um único documento, que seria de plástico, com foto digitalizada e um chip que reuniria o número de Registro Geral (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), Título de Eleitor e Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Esse novo documento evitaria, por exemplo, que os cidadãos brasileiros pudessem, legalmente, tirar um RG em cada estado e mais um no Distrito Federal, o que somaria 27 identidades diferentes.

O projeto, que está pronto e já tem tecnologia escolhida, deverá ser votado em breve na Câmara dos Deputados. De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o presidente do TSE, ministro José Dias Toffoli, teria ligado recentemente para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) para pedir que ele “leve diretamente ao plenário o relatório do projeto do Registro Civil Nacional”.Tudo indica que estamos nos tempos finais.(Gospel Mais)


2 de fevereiro de 2016

O islamismo é mesmo uma religião de paz e amor?


Sempre que terroristas muçulmanos realizam atentados, a grande mídia sai em defesa do islamismo e, ao mesmo tempo, verbera — tácita ou explicitamente — contra o cristianismo. Isso ocorreu logo após o ataque às torres gêmeas, em Nova York (EUA), em setembro de 2001, e tem ocorrido na atualidade. No começo deste ano, depois dos ataques ao jornal Charlie Hebdo e a um mercado judeu, em Paris (França), a grande mídia tratou logo de dizer que o islã é uma religião de paz e amor e que é preciso combater a islamofobia.

Depois das atrocidades perpetradas por terroristas muçulmanos no dia 13 de novembro de 2015, também na capital francesa, não tem sido diferente. E o pior: há muitos formadores de opinião que, além de afirmar que os muçulmanos violentos são uma pequeníssima minoria, têm argumentado que os grupos terroristas — como os monstruosos Estado Islâmico (ISIS) e Boko Haram — seriam para o mundo islâmico o que a Ku Klux Klan é para a sociedade cristã!

Ora, os terroristas muçulmanos citam versículos do Alcorão e as tradições de Mohamed para justificar os seus atos, enquanto a Ku Klux Klan, quando comete um ato de violência racial, está, na verdade, afrontando os ensinamentos de Jesus Cristo! Na Bíblia Sagrada, no Antigo Testamento, há casos episódicos em que Deus ordenou que israelitas destruíssem certas cidades, mas em nenhuma parte das Escrituras vemos ordens gerais para o povo de Deus lutar contra os pagãos e impor a eles a sua fé. No Novo Testamento, aliás, não há nenhum incentivo à violência contra os não-cristãos, pois o Senhor Jesus ordena que os seus servos amem seus inimigos (Mt 5.38-48).

Diferentemente da Bíblia, o Alcorão claramente incentiva os muçulmanos a lutarem e a matarem os que se opõem ao islã: “matai-os onde quer que os encontrardes [...] e lutai contra eles até que não haja mais tumulto e opressão; que prevaleça a justiça e a fé em Allah” (Sura 2.190-3). “E se tu fores assassinado ou morrer, no caminho de Allah, o perdão e a misericórdia de Allah serão muito melhores do que todas as recompensas que poderias ajuntar. E se morreres, ou fores assassinado, ó, é para junto de Allah que serás levado” (Sura 3.157-8).

Veja de onde vem o incentivo para os terroristas islâmicos mutilarem e decapitarem pessoas: “Feri-os do pescoço para cima, e arrancai as pontas dos seus dedos. Isto por terem resistido a Allah e seu Mensageiro. Se houver qualquer relutância contra Allah e seu Mensageiro, Allah será severo em sua punição” (Sura 8.12-3). E ainda: “quando encontrardes os incrédulos, feri os seus pescoços; e então, quando os tiverdes subjugado por completo, amarrai-os com firmeza” (Sura 47.4).

Segundo o Alcorão, livro sagrado do islamismo, os judeus e os cristãos — chamados de os Povos do Livro — devem ser mortos: “Lutai contra aqueles que não acreditam em Allah nem no Último Dia [...] e que não conhecem a Religião da Verdade, dentre os quais os Povos do Livro” (Sura 9.29). E quem deixa o islamismo também é digno de morte: “mas àqueles que se tornarem renegados, persigam-nos e matem-nos onde quer que os encontrardes” (Sura 4.89).

Qualquer pessoa ou grupo de pessoas que se oponham ao islã, no campo das ideias, e critiquem Mohamed (Maomé) são dignos de morte, de acordo com o Alcorão. Em Sura 4.101 e 5.33 lemos: “Os incrédulos são para vós inimigos declarados”; “A punição para aqueles que lutam contra Allah e seu Mensageiro, e que lutam com poder e força para causar danos à terra é: a execução, ou a crucificação, ou a mutilação das mãos e dos pés de lados opostos, ou o exílio da terra: que a sua desgraça neste mundo e a punição severa se aplique a eles daqui por diante”.

Não é tudo isso que têm feito a Al-Qaeda, o Estado Islâmico, o Boko Haram e outros grupos islâmicos? Muitas outras passagens incentivam a violência e o terrorismo em nome de Allah: “lutai e matai os pagãos onde quer que os encontrardes, apanhai-os, cercai-os, e esperai por eles fazendo uso de todos os estratagemas” (Sura 9.5); “Não penseis naqueles que são mortos no caminho de Allah como se estivessem de fato mortos. Não, eles vivem, encontrando seu amparo na presença de seu Senhor” (Sura 3.169); “Aqueles que [...] lutaram ou foram mortos — verdadeiramente, Eu eliminarei deles as suas iniquidades e os admitirei em Jardins dotados de rios que jorram — terão a presença de Allah como recompensa” (Sura 3.195).

Como se vê, o Alcorão está recheado de ordens gerais contra os que rejeitam as imposições do islamismo, as quais incentivam e abonam a violência. Seria honesto, nesse caso, afirmar que o islamismo é uma religião de paz e amor? Seria coerente dizer que o islã é vítima de preconceito em um mundo em que a religião mais perseguida e massacrada é o cristianismo, cujos principais algozes são os muçulmanos? Afinal, por que se fala tanto de islamofobia, se o que mais existe, na atualidade, é a cristofobia? 

Ciro Sanches Zibordi